Busque Saber

28.2.08

Áqüila e Daniel!


Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Aqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel; Áqüila e Daniel...

26.2.08

Aventura em 1972 - 2


Lembro que passamos iodo nos arranhões. O senhor gordo que tocava a pequena hospedaria de beira de estrada nos fez ovos fritos que comemos com pão. Uma excelente ceia – diga-se de passagem. Nós precisávamos descansar. Caí na cama e dormi sono agitado. Logo de manhã se nos ficou claro que com a queda, o guidon da lambreta ficara descentralizado. O Edmar e eu éramos mecânicos de profissão. Ele especializado em automóveis DKW. Já eu em mecânica geral. Quer dizer, nossos problemas estavam facílimos de serem resolvidos. Em duas horas chegamos em Cruz Alta onde, quatorze anos depois eu viria a trabalhar como pastor da IECLB. Se naquela época alguém me soprasse uma semelhante idéia nos ouvidos eu simplesmente não acreditaria.

O pastor da Comunidade cruzaltense nos recebeu muitíssimo bem. Queria saber dos nossos objetivos. Doou-nos do seu tempo enquanto se esmerou em repartir um Estudo Bíblico conosco. Confesso que ouvia-o com pseudo-interesse. Os moços do lugar mostravam-se um tanto enciumados com nossa presença. A roda de jovens estava repleta e as meninas tentavam aproximar-se de todas as maneiras. O tempo foi passando e já no domingo pela manhã decidimos partir. Eu não queria sair mas era preciso. A lambreta tinha ronco limpo mas volta e meia o mesmo era quebrado por sujeira no esguicho do carburador. Abríamos o dito cujo para limpá-los e seguíamos viagem. A chuva que era fina passou a ficar grossa. O frio não respeitava nossas indumentárias umedecidas e impróprias para uma tal empreitada.

Viajamos um bom tempo calados. Ora era o motociclo com a placa 0139 que seguia na frente e ora a lambreta. O Luiz e eu éramos os eternos caroneiros. Enquanto descíamos pela Estrada da Produçao, há uns cinquenta km de Lageado, a lambreta começou a esquentar o seu motor. Lembro que andávamos uns 10 km e então estacionávamos no acostamento para que ela esfriasse. O seu bloco estava rachado e chovia cada vez mais forte. Eu sentia frio nos ossos e já começava a escurecer de novo. Continuo esta história noutro momento...

25.2.08

Aventura em 1972 - 1


Corria o ano de 1972. O Roque, o Luiz, o Edmar e eu andávamos muito juntos naqueles tempos. Todos tínhamos sonhos e pensávamos muito no nosso futuro. Assim, certo dia, resolvemos fazer uma grande viagem pelas estradas do Rio Grande do Sul. O Roque era dono de uma lambreta vermelha. Já o Edmar de um velho motociclo fabricado no final dos anos 40. Reunimo-nos para conversar sobre aquela aventura. Sairíamos de Santa Cruz do Sul e passaríamos por Venâncio Aires, Mariante, Lageado, Carazinho, Panambi e, finalmente, Cruz Alta. Lá visitaríamos o Pastor Sérgio Schaefer e seu grupo de jovens, a JECA (Juventude Evangélica de Cruz Alta). O Edmar e eu tínhamos objetivos maiores em mente. Foi por isso que decidimos encarar aqueles 500 km de estrada. Creio que o Roque e o Luiz só queriam aventura.

Chovia muito quando começamos a viajar naquela manhã de outono. A estrada era de barro e estava extremamente escorregadia. Lembro que depois de viajarmos cerca de 50 km, escapamos de ser atropelados por um caminhão carregado de fumo. Seu motorista precisou jogar o veículo na valeta para desviar nossas motos e, assim, poupar nossas vidas. Quando me lembro deste momento penso que ali, naquele exato momento, deveríamos ter retornado. Seguimos adiante. O tempo foi passando. Ainda lembro do ronco daqueles motores. Estávamos simplesmente exauridos quando, no município de Carazinho, fizemos pose naquela rodovia que ainda não estava asfaltada. Mais um pouco e seria noite. Do objetivo ainda estávamos relativamente distantes. Logo depois de clicarmos algumas fotos seguimos viagem.

A estrada estava toda sinalizada com tochas de chamas vermelhas das quais brotava odor de óleo queimado. A noite era escura. Quando foi de repente, caimos dentro de um buraco. O silêncio de todos me assustou. Entendi que pelo menos um de nós tinha morrido. Graças a Deus os arranhões foram poucos. Reunimos nossas últimas forças junto com nossas poucas economias e nos hospedamos num pequeno hotel, em Saldanha Marinho. Continuarei esta história noutro momento...

9.2.08

Compromisso!


Fui chamado por Deus para fazer a Sua obra. Procuro levá-la a cabo sempre colocando meu coração na reta. Meu padrão é Jesus Cristo e, enquanto me é dado o privilégio de seguir caminhando, amadureço minha personalidade debaixo de um clima agradável, sadio, alegre e de comprometimento com as propostas do Reino de Deus.

Duas frases marcaram e ainda marcam a minha vida. A primeira é do nosso Reformador, o pastor Martin Luther: - “Cristo não me ensinou a ser cristão para prejuízo do próximo”. Já a segunda é do pastor protestante Martin Niemöller que, após ser prisioneiro dos Campos de Concentração Nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, teria dito: - “Primeiro vieram buscar os comunistas. Depois vieram buscar os sindicalistas. Eu não fiz nada porque não era comunista e nem tampouco sindicalista. Então vieram buscar os judeus e eu também não fiz nada porque não era judeu. Depois vieram buscar os católicos e eu não fiz absolutamente nada porque estava pastor protestante. E aí, então, quando vieram me buscar, não havia mais ninguém para fazer alguma coisa...”


Pensem nisso...

8.2.08

Caminhando!


Conta-se que um homem teve acesso a Deus e que, na oportunidade, estabeleceu um pequeno diálogo com Ele: - “Olha Deus, você fez coisas boníssimas na terra. Só estranhei o horizonte. Para quê o horizonte?... Se eu dava dez passos em sua direção, ele se afastava dez passos. Se eu dava cinqüenta, ele se distanciava cinqüenta”. O Criador olhou para o sujeito e reagiu de pronto: - “Foi exatamente por isso que criei o horizonte! Para que você se pusesse a caminhar em busca dos seus objetivos”.

Pessoas que se relacionam com Deus seguem em frente. Estão sempre buscando o novo. Elas querem crescer para dentro do Reino de Deus. Absorvem os ensinamentos de quem caminhou antes. Aprendem e, enquanto isso, dão frutos. Nessa trajetória acabam dando saltos mais altos do que os vizinhos são capazes de dar. Ora, um cidadão do “novo céu e da nova terra”, como bem sugeriu o apóstolo Pedro (2 Pedro 3.13) sempre dá passos firmes rumo à dignidade humana e à paz.

7.2.08

Ser bom!


Volta e meia percebo meus amigos sonhando com a possibilidade de serem super homens; de darem passos além do imaginável; de desenvolverem plenamente a sua condição humana; de criarem um novo sentido para a realidade que vivem; de afirmarem intensamente a vida e tudo isso, mesmo entremeio a sofrimento. Ora, quem age assim não tira tempo para relacionar-se com Deus; não bebe e não come da água e do pão da vida que Deus, em Jesus, oferece gratuitamente.

A proposta cristã visa converter-nos em pessoas bondosas. A palavra “bom” vem do latim “bonus” que, além dos significados que já conhecemos, também significa "guerreiro". É interessante notar que essa definição não é de todo estranha ao apóstolo Paulo. Ele, num dado momento, sugere ao seu discípulo Timóteo que “combata o bom combate, mantendo a fé e a boa consciência” (1 Timóteo 1.18b-19a); que “resista no dia mau com o uso da armadura de Deus.” (Efésios 6.13).

Quer dizer, não deveríamos nos contentar em apenas participar de um rebanho. Em Cristo somos chamados a nunca pararmos no tempo, a sermos discretos numa determinada conjuntura mas já na outra colocarmos com clareza a quê viemos, a sermos “cornetas” dentro da época em que vivemos. A reflexão constante sempre promove boa saúde. Em vista disso, nunca deveríamos nos contentar com as “comidinhas mastigadinhas pelo pastor” mas ousarmos; darmos mais e mais passos concretos dentro da vida sem o auxílio de “muletas” do tipo “dependência que seja”.

1.2.08

Quaresma!


Estamos entrando no tempo da Quaresma. Esta data me desafiou a fazer algo diferente. Pensei sobre a idéia e decidi fazer uma entrevista
com a pessoa de Jesus Cristo sobre o tema “jejum”. Vejam o que Ele repartiu comigo...

Eu - Estamos entrando no tempo da Quaresma. Sabemos que o Senhor jejuou quarenta dias e quarenta noites no deserto. Aquele ato foi para perder peso?

Jesus – Não... (risos). Os motivos que me levaram a não ingerir alimentos eram outros bem diferentes daqueles de hoje. Com meu jejum quis entender melhor a vontade de meu Pai; quis preparar-me para melhor poder enfrentar a dor da morte na cruz por amor a ti e a todas as pessoas que lêem esta entrevista.

Eu - A Quaresma lembra abstinência de quitutes gostosos e de costumes adquiridos. De um modo geral, os brasileiros acreditam que o jejum fica mais fácil de ser cumprido participando ativamente do carnaval.

Jesus: A cristandade entende o carnaval como uma festa pagã. Essa prática nasceu na Igreja Católica dos tempos da Idade Média. Por quê? Ora, os mantimentos armazenados e não ingeridos em tempo hábil arruinavam durante as seis semanas de jejum que antecediam à Páscoa. Então se organizavam pequenas festas familiares que, paulatinamente, foram dando lugar às festas citadinas. Nelas se comia e bebia tudo aquilo que viria a se arruinar-se.

Ao lado, dançava-se a não mais poder. A Igreja contribuía com dinheiro para a organização destes eventos. As pessoas usavam máscaras para lembrar a morte, simbolismo esse que tinha o intuito de apontar para a vida passageira que vivemos neste mundo.

Mais tarde, os reformadores passaram a criticar e a lutar contra essa festa desenfreada. Eles sustentavam que o povo não deveria transformar o tempo da Quaresma numa espécie de “obra” que justificasse seus pecados. Por isso não fazia sentido esbaldar-se durante aqueles três dias. Eles estavam certos. A justificação era e ainda é gratuita, gerada pela fé somente.

Eu – O que representa, então, o ato de jejuar?

Jesus: O ato de jejuar é um preparo para o encontro com Deus. No tempo em que eu estive com vocês, jejuava-se e orava-se geralmente de um a três dias. Lembro que bati pesado nos fariseus, que relegaram a prática do jejum a um tradicionalismo vazio. Gente! Festejem a esperança de que um dia tudo será novo e diferente. Saibam que meu Pai odeia “leis duras” e “liberdades extrapoladas”. Para Ele a “lei fria” fala demais do jejum e da falta de alegria entre a cristandade. Isso diminui e estreita a proposta de liberdade e grandeza que sonhamos para vocês. Já a “liberdade ilimitada” extrapola tudo isso. Quer dizer, os dois excessos são ruins. É no caminho do meio que estão a liberdade, a alegria e a esperança para as pessoas que têm pesos sobre os ombros.

Eu – Isso ajuda a pessoa a encontrar equilíbrio? Pode contribuir para aumentar a fé?

Jesus: Quem jejua se abstêm de comidas e, assim, concentra-se naquilo que é importante, naquilo que o Espírito de Deus quer falar. Um, dois ou três dias de jejum podem ser de grande ajuda, sim. Enquanto estiverem em jejum, não tentem parecer indivíduos altamente espiritualizados. Meu Pai tem verdadeiro prazer em corações que sabem e que querem escutar o que Ele tem a dizer. Só isso. Ah! Outro detalhe: procurem afastar-se dos maus desejos (Gálatas 5.16-26). Se vocês derem luz verde a eles, cedo ou tarde eles se converterão em dependência.

Eu – Isso ainda tem sentido nos dias de hoje?

Jesus: No tempo da Quaresma, reflitam sobre a vida de vocês. Abstenham-se de gastar tanto tempo em frente da televisão, diante do computador. Leiam mais livros, dominem a apatia que se instala nos lares de vocês. Busquem a comunhão com os irmãos da Comunidade. Costumes estranhos, desejos mais fortes do que a própria vontade devem ser auto-avaliados, esclarecidos e colocados de lado, mesmo que tal decisão seja pesada de ser tomada. Tentem detectar onde vocês têm “atado” o seu coração. Se ele estiver amarrado em coisas sem valor verdadeiro, eu não terei meu espaço nele. Para terminar, desconsiderem todos os tipos de jejuns que abafam a alegria que o Evangelho veio trazer. Vivam este momento novo comigo!

OLHA SÓ!

  A BAILARINA DE AUSCHWITZ Outro dia, após repartir algumas dificuldades com uma amiga, fui desafiado a ler o livro “A Bailarina de Auschwit...