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Mostrando postagens de Março 9, 2011

A Êlla foi à luta!

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A Êlla se viu só e sentiu medo da solidão. Foi à luta. Vestiu-se. Desceu até a garagem. Encastelou-se no seu “Kasinho” e foi “dar umas bandas”. Estacionou rente ao meio-fio, debaixo do flamboyant florido. Dali viu a festa de estilos e cores, sob o sol do dia de praia. Algumas pessoas sempre tão alegres e outras tão deprimidas...

Sentimentos de medo não são ruins, pois podem advertir de perigos. Tantos já se salvaram por causa do medo de dar mais um passo. O problema é a ansiedade que o medo pode gerar. É comum que ele restrinja e oprima como se fosse um torturador. A Êlla queria enfrentar seu medo. Sua mãe o reprimira e isso não foi bom. Ele, cedo, mostrou seu “rosto” numa doença de estômago.

Assim, sentada, balbuciou estas palavras: “Deus, o que quero segurar escapa das mãos. Perco o que quero possuir. Minhas esperanças não se concretizam. Meus sonhos me são negados. Meus bens se esvaem como fumaça. Olha pra mim nesta tarde de tristeza. Preciso de Ti. Envia-me uma estrela para clarea…