3.11.09

Colunas Retas!


Um jovem senhor achou dinheiro na rua. Depois disso, não tirou mais os olhos da calçada. Sempre esperava encontrar mais alguma coisa. Após sete anos, acumulou 29.516 botões, 54.712 alfinetes, 12 moedinhas, uma coluna curvada e uma disposição miserável. Enquanto seus olhos estavam fixos na calçada, perdeu a glória da luz do sol, a beleza das estrelas, o sorriso dos amigos e a alegria de olhar para o alto. Sempre é assim que as riquezas, os prazeres e os padrões deste mundo nos atraem de tal modo que podemos perder o verdadeiro senso de valores. Só após sete anos o homem percebeu que as moedinhas, os botões e os alfinetes não compensavam a atenção, o zelo e o trabalho que lhe custaram.

É triste, mas só na hora da morte que a grande maioria de nós descobrirá que as coisas pelas quais gastamos nossa vida, não têm o menor proveito. Colunas espirituais curvadas impossibilitam o elevar dos nossos olhos a Deus. Quanta gente com os olhos fixos no chão, porque não aprenderam a olhar para o alto. Talvez até estejam angustiados com a sua situação espiritual e reconheçam os seus pecados. Olham o mundo com realismo; vêem a transitoriedade das coisas, a aflição, a doença, a morte e o confronto iminente com a eternidade. Talvez até baixem a cabeça e, com o apóstolo Paulo, reconheçam-se “desventurados” para, logo depois, indagar: - “Quem me livrará do corpo desta morte”? (Romanos 7.24)

Alegria! Existe um gracioso convite para este momento que estamos vivendo: - “Erguei as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima”. (Lucas 21.28) Levante, pois, os seus olhos aos céus para não perder toda a alegria que a vinda de Cristo nos reserva. Neste momento, levantar os olhos ao céu significa ter Cristo como centro da vida; implica em investir na eternidade; é ter olhos para ver motivo para alegria, mesmo quando tudo é tristeza; diz respeito a ter certeza de vida, mesmo diante da realidade da morte.

Que tal pararmos de catar moedinhas, botões e alfinetes. É tempo de levantarmos os nossos olhos, de agarrarmos o tesouro incorruptível que o Pai Celestial nos alcança desde os céus!...

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