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Mostrando postagens de Agosto 1, 2006

Ricos Momentos!

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Régis é o nome do meu irmão. Cuidei dele, quando menino. Naquela época morávamos no interior de Tenente Portela, no norte do Rio Grande do Sul, e nossos pais eram agricultures. Todo dia, à tardinha, lá ia eu passear com meu irmãozinho pelas picadas abertas no meio da mata. Acompanhei a escolha do seu nome e, depois, vi-o crescer nas cidades de Porto Alegre, Esteio e Santa Cruz do Sul.

Estávamos sempre juntos, aprontando contra nossas três irmãs. Depois que fomos morar na Rua São José 750, nossos caminhos se afastaram. Ele deixou crescer o cabelo e se foi prá fora de casa com sua turma. Eu, de cabelo curto, mais conservador, fiquei na minha. E assim, fomos nos separando. Nossa relação foi esfriando, esfriando… Um dia, depois de terem se passado 35 anos, decidi acabar com com aquele silêncio e telefonei-lhe quando do seu aniversário.

Num outro momento, convidei-o a vir visitar-me aqui em Munique. Ele veio com a Ana. Ficaram pouco tempo conosco. Comemos e bebemos juntos. Fizemos um “check …

Força ex-guri!

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Parece mentira. Eu olho um pouquinho prá trás e me dou conta que a Paula e o Daniel cruzaram por aqui, na semana passada. Logo que voltaram à sua linda cidade, nos ligaram e conversamos pelo telefone. Viveram alguns contratempos com as passagens, mas nada muito grave. Estão alegres, ativos no dia-a-dia, depois das férias.

Conversamos sobre tantas coisas, sentados nas boas cadeiras na sacada do apartamento onde moramos. De lá podíamos ver um pouco do movimento da Türkenstraße (Rua dos Turcos), quase no centro de Munique. Mais uma vez percebi que a vida vai abrindo sorrisos para as pessoas que entram na casa dos 20 e, ao mesmo tempo, vai fechando seu semblante aos que mergulham nos 50. Mas claro, cada momento tem o seu prazer.

Foi bom ouvir os planos daqueles que estão tão próximos ao nosso coração. Eles aprenderam sonhar sonhos de qualidade. Tenho para mim que poder sonhar sonhos bons é um presente que só Deus alcança. Hoje, depois de tantos anos em contato com pessoas, percebo com muit…

Vento Frio!

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Sou caminheiro, descalço.
Levo-me no pedregulho.
E aí, vazio de orgulho,
É o pé que dói,
Ele sangra e redói.
Já a cabeça eu alço.
Enfrento todo percalço
Do vento frio que me moe.

Vou aventureiro, despido.
Embalado pelo tempo,
E assim, a contento.
Reflito,
Atrito, medito.
Em coração dolorido,
Replanto um vale florido.
Fruto da enxada e do grito.

Paro cordeiro, cansado.
Deito na rede do norte.
Cansa a luta forte,
Tenho asas,
Vi idéias rasas.
Já fui ensimesmado,
Fiz amor entusiasmado.
Revivo, construindo casas.

De mala e cuia!

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No momento preparo-me para viajar com 5 estudantes da Ludwig Maximilian Universität Müchen ao Brasil onde, durante 21 dias, nos envolveremos com tema “Mas afinal, o que é pobreza?” Num dos Cultos que visitaremos, pregarei sobre o texto de Gênesis 12.1-4.

Abraão estava com a vida ganha. Tinha fincado raízes em Harã e ali, conhecia os vizinhos pelo nome. Acordava pela manhã e, depois do café, olhava o rebanho. Fazia um ou outro conserto nas dependências da sua tenda e, quando a fome batia, sentava-se para almoçar. Mais tarde um pouco de descanso na rede porque, afinal, "ninguém é de ferro". Um dia Deus lhe disse: "Sai daí desses lados onde moras e vai para um lugar novo que te indicarei…"

Lá Deus abençoou Abraão com terras; um filho e a promessa de que seria uma bênção para todas as gentes do planeta. Atrás de si ficou a parentagem e mais do que isso, todos os costumes. A mando de Deus, “de mala e cuia”, foi fazer outras experiências. Se não tivesse sido secundado pelo…