6.8.07

Viagem à Rússia V - 19/07/02 - (quinta-feira)


A Valmi dormiu muitíssimo bem, após a sauna da noite anterior. Tudo segue a sua rotina. O som do pistão do pastor Brookmann mostra se despertador confiável. O Culto matutino às margens da lagoa e o café da manhã – tudo sempre dentro do mais rigoroso horário. Às 09h e 45min ouvimos da boca do pastor algo sobre o Antigo Testamento. Já às 10h e 45min foi novamente a nossa vez de trabalharmos os conteúdos sobre “Crendices”. Num determinado momento da minha palestra eu disse que a família gaúcha tem o costume de tomar chimarrão. As pessoas ficam curiosas. Então fiz um para eles experimentarem. As pessoas observavam curiosas o manejo da cuia, da bomba e da erva. Em meio a um sem número de perguntas acabaram explodindo muitos "flasches". Tive o cuidado de explicar tudo com muito cuidado. No final, alguns queriam experimentar da bebida gaudéria. Essa dinâmica aproximou-nos enormemente das pessoas. Agora, elas estavam mais próximas de nós. Ousavam tentar conversar e, para tal, se assessoravam das intérpretes que sempre se mostravam dispostas.

Quando o programa terminou, queriam saber mais sobre chimarrão, sobre os costumes do sul do Brasil. Atendemos a todos com muito carinho. Acharam o costume exótico e então queriam posar conosco para uma sessão de fotografias com a cuia em mãos. Tudo era festa para nós. Tínhamos encontrado um meio de quebrarmos a barreira da comunicação. E viva o chimarrão. Quando eram 13h fomos almoçar.

Às 13h e 30min fui tirar uma soneca. Já a Valmi saiu com as mulheres do grupo rumo às praias do Mar Japonês. O acesso à praia era precário. A atmosfera na beira da praia era triste. A areia era escura e cheia de sujeira. A água era extremamente gelada mas o pessoal não queria saber disso não. Festava nas ondas. A Valmi ficou ali, na beirada, por algum tempo. O sol brilhava intensamente e muitas tomavam banho de sol. As mulheres que nadavam convidavam a Valmi para entrar n'água e isso, repetidamente. Ela resistiu a vários convites mas, por fim, não se fez de rogada e entrou no Oceâno Pacífico. Nadeo por algum tempo na companhia das outras mulheres russas. Quanto mais ela nadava, menos frio sentia. Por fim, estava gostando da experiência.

Quando voltaram para os aposentos onde se realizava o Seminário, convidaram-na a tomar um banho quente na Casa de Sauna. Que privilégio. E, quando eram 16h reiniciamos nosso programa ouvindo o casal de americanos Alan e Kathie. Suas falas estenderam-se até às 19h quando fomos jantar. Às 20h mais História da Igreja Russa com o P. Brookmann. Mais uma vez o dia culminou com o Culto, às 20h e 30min.

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