30.7.11

Sobre a relação a dois!


O ato do matrimônio é “o momento” na vida de duas pessoas que se amam. Sim, ele é um ato de suma importância também para a vida da Igreja. Entendo que duas pessoas que se amam formam o menor e mais íntimo segmento da Igreja de Deus; que o amor testemunhado a dois visibiliza ao mundo a boa proposta de vida promovida por Deus. Ora, não se ama por causa de algum propósito ou pela troca de alguma coisa. O amor sempre se foca numa pessoa e aí então a graça de Deus se mostra de forma bem concreta na relação.

O casamento nunca é um “produto” acabado. Na vida tudo muda - nada fica estático. Daí que os cônjuges que se amam se redescobrem todos os dias, como um presente oportunizado por Deus para o outro. A comunhão de dois corpos tem íntima relação com a aceitação do outro. Para dar certo, esta aceitação espelhar-se-á na aceitação que Deus já testemunhou a partir de Jesus Cristo. Notem que numa relação madura até mesmo os erros e as falhas mútuas são boas para o crescimento e a maturidade do casal. Digo mais: o amor é a Escola Superior onde se forjam as virtudes. A fidelidade não substitui o amor, mas o valoriza durante os anos que se passam.

Que o nosso Deus, Todo-Poderoso, nos aproxime do nosso cônjuge para que consigamos viver o casamento como ele deve ser vivido. Que possamos continuar próximos da nossa parceira ou do nosso parceiro, tanto em dias bons como em dias ruins. Que o Senhor aumente e purifique o nosso amor; que possamos continuar caminhando de mãos dadas, enquanto nos dirigimos ao encontro de Deus; que possamos continuar crescendo na companhia de nossas filhas; de nossos filhos; de nossos netos. Sim, nós Te pedimos isso em nome de Jesus Cristo, ó Deus. Amém!

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