1.7.06

Indo ao encontro do outro!



A palavra “pecado” traz um conteúdo extremamente pesado junto consigo. O que é “pecado”? Quem decide a respeito se isso ou aquilo é “pecado”? Será que eu posso me permitir fazer julgamento de terceiros? Pois penso que não!

No meu trabalho enconto situações que nem sempre posso esclarcer a contento. Os jornais falam sobre as inúmeras guerras e catástrofes que têm marcado nossa existência. O número das pessoas feridas e mortas é, sempre de novo, assustador. Dá até para se afirmar que a dor mora ao lado. Nem com o auxílio da fé consigo explicar o porquê disso tudo.

Entretanto, ouço ecos por aí. Há quem procure deixar claro que a razão da dor que alguns sofrem, tem origem no “pecado”. Me impressiona isto. Em alguns países é corrente que pessoas portadoras de deficiência estão pagando por “pecados” cometidos pela família. Pode isto?

Creio que não nos cabe emitir tais juízos de valor. Jesus veio ao mundo com o intuito de nos reaproximar. Daí porque não existe relação entre “pecado” e fatalidades, catástrofes. Em vez de julgarmos, que tal nos esforçarmos para reaproximarmos as pessoas umas das outras?!...

Assim, creio que não seria ruim se agradecêssemos a Deus pela Sua proposta de amor a nós. Agradecer-Lhe com palavras, atitudes e com nossa vida, enfim. Quando alguém “peca”, logo dispõe de um Justo Advogado, Jesus Cristo, junto a Deus. E este Conselheiro O influi a perdoar tanto as nossas como as “dívidas” de todas as pessoas do mundo.

No meu trabalho ocupamo-nos com as pessoas mais fracas da sociedade. Para mim isto é um “pedacinho” deste viver-se para o próximo. Em 1. João 3.18 se lê: “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.” Não seria esse um excelente caminho?

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