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Mostrando postagens de Fevereiro 7, 2012

Metanoia no Rio Pardinho!

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Chovia pouco naqueles dias e o suor escorria das axilas. A estrada estava empoeirada e, nela, nossa turma caminhava descalça. Eventuais pedrinhas machucavam nossos pés que contatavam com a terra, nada mais do que isso. Seriam seis quilômetros de caminhada até o rio. O banho nas águas frescas do rio compensaria qualquer desgaste. Eu estava receoso. Descia-me um frio na espinha, uma espécie de medo que corria pelas minhas veias, pelo fato de não saber nadar e, também, por ter fugido de casa. Mas eu não queria perder a oportunidade do convívio com meus “amigos do peito”. Nossa caminhada transcorria num ritmo alegre. Sim, lá ao longe já podíamos divisar o mato que ladeava o “Rio Pardinho”.

Eu estava vivo e sabia que deveria “honrar meu pai e minha mãe”; que não poderia ter tomado a decisão de me ausentar de casa, sem pedir permissão. Aprendera essas verdades na Igreja quando participara do Culto Infantil, da Escola Dominical e, até, do Ensino Confirmatório. No entanto, a companhia dos am…