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Mostrando postagens de Fevereiro 17, 2012

QUASE COMO UM IPÊ!

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“ Feliz aquele que confia em Deus, o SENHOR, que não vai atrás dos ídolos, nem se junta com os que adoram falsos deuses! ” (Salmo 40.4) As pessoas se parecem com o ipê! Por quê? Ora, ambos se desenvolvem alicerçados na esperança. Num dado momento do ano nos satisfaz olhar a “ boniteza ” de um ipê. Suas folhas são miúdas, mas em contrapartida as suas flores cobrem toda a árvore como se fosse um lindo vestido. O ipê tem seus dias bons, mas também precisa suportar muitas tempestades. É assim que depois dos ventos ele permanece cada vez mais firme. Aí vem o outono e do ipê só se vê o tronco e os galhos finos. Cada indivíduo percebe que nesta época a beleza se afasta da árvore em questão. É que neste período a beleza das suas cores “ tira um tempo ” para descansar e, assim, esperar até que o novo “ suco da vida ” lhe promova mais bons momentos. O nosso Criador foi muito sábio quando ordenou a Criação. Alegremo-nos e agradeçamos por causa disso. Tal como o ipê acontece e “ desacontece

Diaconia e Tainha frita na Chapa!

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O sol estava quente. Saí debaixo do guarda-sol e fui sentar-me à sombra da árvore que, generosamente, estendia seus galhos sobre a areia da praia. O mundo é mesmo pequeno. Ali, bem próximo de mim, estava sentado o meu amigo Wolfgang. - E aí Wolfgang? - Oi Renato! Nossa, que alegria te reencontrar... A Valmi está contigo? Sim, esse era o meu amigo diácono de tantas jornadas. Estava com a pele avermelhada. Fruto de descuido – pensei. - Sim, está se despedindo da água do mar. Amanhã cedo vamos voltar pro batente na São Mateus. - Que tal nos encontrarmos hoje à noite para matarmos a saudade? - Muito bom! Às 20h no Arante? - Combinado Renato! Depois do banho, fomos ao encontro. O Wolfgang já estava sentado com aquele seu jeito “ três por quatro ” junto a uma das mesas do restaurante. Na sua frente uma Opa Bier geladinha e três copos. Folheamos o cardápio e pedimos tainha frita na chapa. Feito o pedido ao sorridente garçom, desfreamos o verbo... - E aí Wolfgang? Sempre diaco