17.9.13

E o lixo da minha vida?

Olá amigas e amigos. No domingo passado proferi uma reflexão sobre Mateus 11.28-30 no Culto que celebrei. Ontem a noite transformei aquele texto em versos, linhas que reparto. Abraços!

Olhei para o lado e senti tanta exigência.
Gente agindo sem nenhuma experiência.
Uns e umas gastando mais do que ganham, 
Essa arte insana que leva ao esgotamento, 
Sono, alimentação, férias e passatempo
São nossas rendas naturais que barganham! 

Nosso intelecto processa informações
E notícias negativas marcam corações.
Sim, há muitas pessoas cansadas de viver.
Elas vivem tristes, atormentadas de solidão.
O nervosismo e a apatia vêm de roldão
O que é que nós ainda podemos fazer?

Esta descrição não se aplica a você?
Agradeça a Deus por não ficar a mercê!
De viver, há quem já perdeu a alegria,
Este estado de espírito carece de cura.
Só dormir cedo me soa muito à secura.
Vitaminas e boa música – isso bastaria?

Não creio que nos ajudem estas receitas.
A dor interior vem de causas estreitas.
O filósofo cristão Agostinho tinha clareza:
Nosso coração sempre terá inquietude
Se não repousar em Deus amiúde.
Outro jeito não há para a sua leveza

Cadê o rumo certo, o nosso porto seguro?
Invoquemos um evangelista mais maturo:
Cristo carrega nosso lixo acumulado.
Descarregue-o todo no colo de Deus.
Viva mais contente consigo e com os seus.
Anime-se, vá em frente e não pare do lado!

A Palavra de Deus nos promete descanso!
Se Jesus é paz e tranquilidade, eu danço,
Abro os braços e me adono desse presente,
Abdico de ser o timoneiro do meu barco,
Permito que Ele construa todo o meu arco.
A gratidão e a alegria – tudo é latente!

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