7.5.12

Vamos jantar juntos?





Lá se foi o tempo em que a maioria das famílias eram compostas de uma mãe que ficava em casa; de um pai que saia para o trabalho em torno de oito horas por dia; de filhos que iam à escola e, depois disso, voltavam para suas casas. Sim, vivemos novos tempos e vocês que leem já perceberam que não é mais tão simples a tal da “convivência famíliar”. 

Vamos deixar por isso? Sugiro que priorizemos nossas famílias, em meio esta época bicuda. Como? Ora, fazendo um Plano de Ação! Lembram do nosso tempo de infância? Não foi no seio familiar que vivemos os nossos melhores momentos? Aqui e agora não vem mais ao caso, se aqueles tempos foram raros ou frequentes. O fato é que lembramos deles.   

À pergunta pelo “que faz uma família feliz” recebe resposta quase unânime da criançada: - Passar tempo juntos!  Os educadores concordam com o fato de que o tempo diário doado aos filhos é insubstituível; de que os pais que, a cada dia, doam cinco minutos do seu tempo aos seus rebentos, fazem muito mais do que aqueles que doam cinco horas em um sábado, por exemplo.

Faz bem quem promove refeições conjuntas. Crianças que se desenvolvem em lares onde os pais se assentam três à quatro vezes por semana com eles à mesa, são menos propensos a experimentar drogas e álcool; têm a sensação de vazio, à falta de aceitação e de amor diminuídas.

Sentem-se à mesa com seus filhos. Dicorram sobre os temas da hora. Ventilem o diálogo de forma divertida e descontraída. As refeições não são audiências repreensivas.  Declarem moratória a todos os dispositivos eletrônicos, enquanto estão à mesa. Que Palavra essa de Jesus em Mateus 18.20: “Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome, ali estou no meio deles.”

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